Para comer com os olhos

Pistache, menta, verde clarinho, verde pastel…

Pavlova de framboesas e pistaches do blog The Kitchy Kitchen.

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To inspire….

Amo todos! Mas principalmente o segundo e o penúltimo. E voces?

{ 1. via Vanessa Jackman ; 2. via StreetFSN ; 3. via Advanced Style ; 4. via Nobody Knows Marc ; 5. via StreetFSN ; 6. via Nobody Knows Marc ; 7. via Jak and Jil }

Vanessa Jackman

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Riusuke Fukahori

De vez em quando a gente descobre alguma coisa que nos deixa maravilhados. Boquiabertos. Sem reação. Essa semana o que me deixou assim foram essas fotos das obras de arte do japonês Riusuke Fukahori. As esculturas que você vê foram feitas em resina transparente, com os peixes sendo pintados camada por camada, como se fosse uma impressora 3D. A cada nova camada de resina, mais detalhes dos peixes são adicionados. O resultado é impressionante!

Assista ao video para ficar embasbacado como eu fiquei.

Mais imagens da mostra “Goldfish Salvation” aqui e aqui.

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Mind the gap

Chegando em Londres, desça as escadas para qualquer uma das 270 (!) estações de metrô da cidade e quando estiver na plataforma esperando o trem chegar, quem sabe você não ouve aquela famosa frase que está carimbada em produtos de merchand do London Underground? A frase foi criada em 1968 para advertir os passageiros sobre o vazio entre o trem e a plataforma que ocorre principalmente quando dita plataforma é curva – sim, acontece!

Andar no Tube em Londres (é assim que o metrô é comumente chamado) é uma aula incrível: são tantos fatos interessantes que ajudam a contar a história do primeiro sistema de metrô do mundo que dá pra ficar literalmente horas viajando no assunto. Ainda mais se você é fanático por mapas que nem eu!

A começar pelo mapa do London Underground, um dos mapas mais icônicos do mundo. A primeira versão do mapa foi criada em 1931 pelo projetista Harry Beck. Nele as estações não seguem a localização geográfica exata, mas facilitam a leitura ao usar cores diferentes para cada linha e identificar onde é possível trocar de rota. O mapa é totalmente intuitivo e muito fácil de usar. O sistema de metrô é dividido em zonas concêntricas, de 1 a 9, sendo que as zonas 1 e 2 abrangem a região central de Londres. As passagens variam de preço de acordo com as zonas usadas. Por exemplo: é mais caro ir da zona 2 até a 6 do que ficar só na 1 e 2.

E pra comprar as passagens? O mais prático é comprar um cartão pré-pago Oyster, que pode ser carregado com dinheiro ou com Travelcards que valem por um dia, uma semana ou um mês. O cartão é “inteligente” e além de sempre de dar descontos, ele calcula o valor mais barato pra sua viagem. Por exemplo, se você comprar um ticket unitário pra dentro da zona 1 paga £4.30*, enquanto com o Oyster, o mesmo trecho sai por £2.00*. Além disso, se você abusar num dia, o máximo que você paga é £8.40* que é o valor de um Travelcard diário, que te deixa andar o tanto que quiser, tanto de metrô quanto de ônibus: as passagens do Oyster são integradas com o sistema de ônibus.

Ahhhh, os ônibus. Os famosos e lindos ônibus vermelhos de dois andares! Eles também são uma opção totalmente viável para se deslocar. Quase todos os pontos de ônibus tem mapas que mostram qual ônibus pegar para ir pra algum lugar. Aí é só traçar sua rota e torcer os dedos pra ter um lugar bem lá na frente no segundo andar e ver Londres de um ponto de vista privilegiado! Só tem que ter cuidado pra não distrair e perder o ponto de descida. :)

E sim, não é a coisa mais barata do mundo, mas vale muito a pena usar esse sistema de transportes eficiente pra ganhar um pouco de tempo ao se deslocar de um ponto a outro e assim aproveitar ao máximo sua viagem. Recomendo também baixar apps no celular do metrô que informam em tempo real a situação de cada linha e te ajudam a fazer a rota mais rápida.

*preços de Fevereiro de 2012

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London Calling

Cresci com um mapa bem colorido de Londres em cima da minha cama. Todo dia antes de dormir ficava em pé na cama olhando pra ele e traçando novos caminhos, lembrando de lugares visitados e tentando localizar os pontos conhecidos. Antes de dar prosseguimento a esse post, vocês precisam saber duas coisas sobre mim. A primeira é fácil, já entreguei de cara no começo do post. Eu amo mapas. Amo amo amo mapas. Ilustrados, digitais, nos guias, nos pontos de ônibus, nas estações de metrô, no google maps, de qualquer jeito eu amo.

{um pedaço do meu mapa de cabeceira}

A segunda tem a ver com o título do post: é que nasci em Londres e morei lá até os 5 anos. Depois que vim de vez pro Brasil, já foram muitas visitas e como não poderia ser diferente, tenho um amor incondicional pela cidade! Já ensaiei escrever sobre Londres aqui no blog inúmeras vezes, principalmente por que sempre recebo pedidos de dicas, mas com uma das minhas melhores amigas indo visitar o país (go Marina!) resolvi que estava na hora de dedicar mais tempo ao meu Guia de Londres, que venho aperfeiçoando há um tempo, mas ainda tem muitooo o que melhorar!

{foto-montagem de photobooth, eu pequena + Lady Di + Tower Bridge ao fundo}

Então está oficialmente aberta a temporada/categoria Guia de Londres aqui no blog, com dicas da cidade, transporte, programas, lojas, restaurantes…. de lugares que fui e outros que ainda quero conhecer! Conto com a colaboração de todo mundo que quer conhecer ou já conheceu e tem outras dicas preciosas também!

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Oscar Prize

Não pirei no look da Natalie Portman, como quaaase sempre piro. Mas pirei nessas fotos de “backstage” tiradas pela stylist Kate Young, que produziu os looks da Natalie e também da Michelle Williams. O vestido da Natalie, um Dior Haute Couture Vintage de 1954, foi emprestado da loja Rare Vintage, em Nova York. O vestido vale U$ 50.000,00!!!! Mesmo não tendo amado o look, tenho que reconhecer que o vestido em si é incrível e caiu como uma luva na Natalie. Não tiveram que fazer nenhum ajuste!

Joias e bolsa Charlotte Olympia da Natalie.

Já o look da Michelle, à primeira vista não curti muito, mas acho que foi mais o susto do inesperado. O modelo exclusivo é da Louis Vuitton, e após ler o depoimento da Kate Young no Into The Gloss, explicando a visão e conceito por trás do look, gostei bem mais. Ela explica que não queria brilhos, paetês e canutilhos; queria uma coisa matte, uma cor bem forte, no caso coral sem brilho algum. Deixa o brilho pro sapato altíssimo Christian Louboutin, né?

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Clap your hands

Que coisinha mais linda! Uma camera minuscula que voce pluga direto no computador via usb. Não tem visor mas tem lugar de colocar um cartão de memória micro-sd. Chama Clap Your Hands e está a venda nesse site chinês! Fofura!

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