Entrevistando 4 …

A Cris pensou que seria médica, acabou virando designer, e é responsável por vários catálogos lindos, cheios de delicadeza!

FN – Como você começou?

CG –Cresci acreditando que me formaria médica pediatra, rsrsrsrs. E tudo se encaminhou de maneira bem diferente. Acabei fazendo design. Adorava colorir, desenhar, recortar colar… A mudança de sonho me levou para uma grande aventura. Meu primeiro trabalho com design foi em uma gráfica, fazendo cartões de visita (risos). Nesta época estava no segundo semestre do curso de design gráfico da UEMG, antiga FUMA. Quando comecei nem sabia como se ligava o computador (risos). De lá prá cá passei por algumas agências de publicidade e alguns bons escritórios de design. Foram experiências muito distintas que me  possibilitaram entender qual era o meu perfil de trabalho. Em 2003 abri meu próprio escritório para trabalhar com o que gosto: moda, embalagem e identidade institucional. E assim sigo.

FN – O que te atraiu no design?

CG – A pluralidade e o constante criar. Poder mudar. Costumo bricar que é uma delícia passar o tempo “inventando moda” _ ou o que for, uma embalagem, uma marca…
É incrível como a partir de um conceito e da sua percepção é possível traduzir graficamente seus clientes e contribuir para a apresentação da identidade de cada um deles.


FN – Quais são suas refêrencias?

CG – Dos livros, adoro livros (typography, the art of saying hello, eat me, estamos hablando de packaging).

Sites (jedroot.comdesign-milk.comffffound.com), arte (Matthew Cusick,Tara Donavan, Henrique Oliveira),

Fotógrafos (Tim Walker, Steven Meisel, Helmut Newton), decoração, padronagens, filmes, boa música…

Até uma volta pela rua. Observar o entorno, as pessoas… Perceber os detalhes mais sutis no que é corriqueiro.


FN – Como é seu processo criativo?

CG – Não tem muita regra não, na verdade nenhuma (risos). Cada projeto é único e acontece de forma singular. O desenrolar, em si, muitas vezes se dá de maneira intuitiva, porém todos eles partem de um ponto base: o cliente se apresentar, trazendo para fazer parte do projeto tudo que ele mais gosta e que reflete a sua identidade. A partir deste momento e do entendimento das demandas, a criação acontece muito naturalmente.

FN – O que você gosta de fazer no seu tempo livre?

CG – Passear muito! Já ouvi demais: “parece que comeu pé de cachorro, menina”. Cuidar das minhas planta, yoga, meditar, ler, estar entre amigos e cozinhar para eles, uma boa conversa, ficar com os filhotes no esquema filminho e pipoca… Coisas simples e prazeirosas que fazem toda a diferença.

FN – 5+: lugares para ir nas férias

CG –Ponta do Curumbau, BA . Refugio paradisíaco para descansar bastante.

Santo Antônio do Palma, RS. Uma vila muito especial cheia de boas memórias e DNA bem forte.

Buenos Aires, AR. Simples, inspiradora e muito saborosa.

Londres, EN. Essa é boa em qualquer tempo e situação. E por ter sido lá, o lugar onde entendi o que faria em minha profissão.

Espanhola, NM. Para meditar e transformar.

por amaaandaaa


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